Home Office e a gestão de pessoas andam juntos mais do que nunca

Home Office e a gestão de pessoas andam juntos mais do que nunca

Antes de qualquer coisa: esperamos que você esteja bem durante esta época de mudanças e adaptações. Mas com paciência, organização, empatia e tecnologia passaremos por isso mais fortes do que entramos.

Em tempos de pandemia, o uso do home office pelas empresas deixou de ser uma opção para tornar-se obrigatório. Adaptar-se à esta nova realidade pode ser a diferença entre a continuidade de sua empresa no futuro, mesmo que seja uma fase. Entretanto, pelo que estamos observando, esta nova realidade mostra que quem estiver com a consciência da adaptabilidade pelo modelo de trabalho em casa estará um passo à frente.

E um dos fatores que pode ser o grande diferencial nesta transformação é o controle das horas de seus funcionários pelo departamento de Recursos Humanos. O que antes poderia ser observado como uma necessidade apenas para contabilização de horas extras (o que não é correto, já que a Gestão de Ponto Eletrônico traz enormes benefícios como registros assertivos através de aparelhos diversos,  segurança, inteligência, entre outros, além de economia real em processos trabalhistas pois a correta gestão dos dados é uma comprovação jurídica factível e aceita pela Justiça) agora é uma realidade em que o controle de horas do colaborador pode ser feito de forma prática e concisa.

Mesmo à distância, você pode ter um controle preciso das horas trabalhadas de sua equipe, sem investimento em infraestrutura, com uma comunicação mais do que adequada, indicadores, dashboards, consultas, demonstrativos e um excelente suporte. O uso de uma correta gestão de horas e de possíveis fraudes na jornada de trabalho auxilia a evitar Processos Trabalhistas custosos e desnecessários.

Manter as informações de ponto de seus colaboradores é, mais do que nunca, uma obrigação para com o futuro da sua empresa. E a Orhganiza pode auxiliar muito neste processo.

Fale conosco. Certamente nossa solução pode ser o diferencial de sucesso da sua gestão de pessoas, assim como já é de grandes empresas. CLIQUE AQUI  e entre em contato.

Diferenças entre a portaria 1510 e 373 do MTE

Diferenças entre a portaria 1510 e 373 do MTE

Montamos este post para que seja fácil entender as diferenças entre as portarias 1510 e 373 do MTE. Com estas informações, fica mais fácil você analisar e verificar que utilizar um sistema de ponto eletrônico não só torna sua vida mais fácil, mas também gera economias reais no dia a dia.

Veja:

PORTARIA Nº 1.510, DE 21 DE AGOSTO DE 2009

Art. 1º Disciplinar o registro eletrônico de ponto e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto – SREP.

Parágrafo único. Sistema de Registro Eletrônico de Ponto – SREP – é o conjunto de equipamentos e programas informatizados destinado à anotação por meio eletrônico da entrada e saída dos trabalhadores das empresas

(*) Caso esteja vendo um dispositivo mobile, gire seu celular para a posição horizontal para uma melhor estrutura comparativa.

 

PORTARIA Nº 373, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2011

Dispõe sobre a possibilidade de adoção pelos empregadores de sistemas alternativos de controle de jornada de trabalho.

Art.1º Os empregadores poderão adotar sistemas alternativos de controle da jornada de trabalho, desde que autorizados por Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho.

Art. 4º O REP deverá apresentar os seguintes requisitos: Art.1º § 2º Deverá ser disponibilizada ao empregado, até o momento do pagamento da remuneração referente ao período em que está sendo aferida a frequência, a informação sobre qualquer ocorrência que ocasione alteração de sua remuneração em virtude da adoção de sistema alternativo.
I – relógio interno de tempo real com precisão mínima de um minuto por ano com capacidade de funcionamento ininterrupto por um período mínimo de mil quatrocentos e quarenta horas na ausência de energia elétrica de alimentação; Art. 2° Os empregadores poderão adotar sistemas alternativos eletrônicos de controle de jornada de trabalho, mediante autorização em Acordo Coletivo de Trabalho.
II – mostrador do relógio de tempo real contendo hora, minutos e segundos; Art. 3º Os sistemas alternativos eletrônicos não devem admitir:       I – restrições à marcação do ponto; II – marcação automática do ponto; III – exigência de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e IV – a alteração ou eliminação dos dados registrados pelo empregado. §1º Para fins de fiscalização, os sistemas alternativos eletrônicos deverão: I – estar disponíveis no local de trabalho; II – permitir a identificação de empregador e empregado; e III – possibilitar, através da central de dados, a extração eletrônica e impressa do registro fiel das marcações realizadas pelo empregado.
III – dispor de mecanismo impressor em bobina de papel, integrado e de uso exclusivo do equipamento, que permita impressões com durabilidade mínima de cinco anos;  funcionario recebe e mail da marcacao com localizacao e foto
IV – meio de armazenamento permanente, denominado Memória de Registro de Ponto – MRP, onde os dados armazenados não possam ser apagados ou alterados, direta ou indiretamente; Os dados ficam no sistema com duplicidade na nuvem em arquivo que não permite violação
V – meio de armazenamento, denominado Memória de Trabalho – MT, onde ficarão armazenados os dados necessários à operação do REP; A memória de trabalho fica disponível na rede
VI – porta padrão USB externa, denominada Porta Fiscal, para pronta captura dos dados armazenados na MRP pelo Auditor- Fiscal do Trabalho; O fiscal solicita PDF do arquivo AFD
Art. 13. O fabricante do REP deverá se cadastrar junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, e solicitar o registro de cada um dos modelos de REP que produzir. Não exige registro por não ter equipamento
Art. 20. O empregador usuário do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto deverá se cadastrar no MTE via internet informando seus

dados, equipamentos e softwares utilizados.

                                              
        DIFERENÇAS FINANCEIRAS SOMENTE DE HARDWARES E INSUMOS PARA IMPLANTAÇÃO
 HARDWARE E INSUMOS PORTARIA 1.510  HARDWARE E INSUMOS PORTARIA 373
Relógio  R$ 3.000,00  Tablet  R$ 789,00
Manutenção  R$     150,00 Manutenção  R$ 0                
Papel  R$       22,00 Papel  R$ 0
       
TOTAL  R$ 3.172,00 TOTAL  R$ 789,00
DIFERENÇAS FINANCEIRAS ANUALIZADO SOMENTE DE INSUMOS
Manutenção  R$ 1.800,00 Manutenção  R$ 0   
Papel  R$    264,00 Papel  R$ 0
TOTAL  R$ 2.064,00 TOTAL  R$  0

 

 

Essas são algumas vantagens em utilizar um sistema de Ponto Digital Online!

Se caso ainda restaram dúvidas, verifique nossa FAQ ou entre em contato conosco que ficaremos felizes em responder!

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Cargo de confiança exige controle de jornada de trabalho?

Cargo de confiança exige controle de jornada de trabalho?

Observe-se que para esta caracterização exige-se, além do padrão salarial, o pagamento da gratificação de função e a outorga de amplos poderes de mando e gestão de modo que o empregado fique habilitado a substituir o empregador na própria administração dos negócios.

Caracterizado o cargo de confiança, exclui o trabalhador do capítulo da duração da jornada de trabalho e, por consequência, da obrigação de registrar essa mesma jornada.

O fato de o empregado ocupar cargo de gerente, por si só, não configura cargo de gestão, pois para que se configure o cargo de confiança, será necessárioque o mesmo detenha poderes de mando e gestão. Este fator justificaria a sua exclusão do capítulo da duração do trabalho.

O que importa é o poder de autonomia nas decisões a serem tomadas, poder este consubstanciado no fato de que o empregado se substitui ao empregador.

Do contrário, se a empresa promove um empregado a um cargo de confiança, mas não lhe concede o pagamento de gratificação de função e nem os poderes de mando conforme prevê a legislação, a mesma poderá ser condenada no pagamento das horas extras realizadas pelo empregado, em caso de uma reclamatória trabalhista.

Portanto, ainda que a confiança contratual relativa ao empregado seja maior do que aquela relativa aos demais empregados, esta confiança depositada está longe de se caracterizar o cargo de confiança exigido por lei.

Da análise do artigo 62 da CLT extrai-se que, além da percepção da gratificação de função superior a 40% do salário que enquadra o trabalhador que exerce de cargo de confiança, devem estar aliados ao recebimento dessa verba os demais elementos formadores da confiança patronal, são:

  • O poder de representação (exercício de cargo de direção gerencial, fiscalização e chefia);
  • A investidura de mandato legal (procuração ou assinatura autorizada).

(*)O § único do art. 62 da CLT não exige explicitamente o pagamento da gratificação de função, mas impõe a condição de que o salário do cargo de confiança seja, compreendendo a gratificação de função, se houver superior ao salário efetivo acrescido de 40% (quarenta por cento).

Portanto, controlar a jornada de trabalho é parte do processo diário de qualquer gestor, mesmo para os cargos de confiança. O correto controle não trará apenas uma nova perspectiva sobre a jornada de trabalho, mas trará dados e informações para que sua empresa tenha resultados e economia reais. Conte com as soluções da Orhganiza, onde você terá toda a gestão de pessoas na palma da sua mão, controlando não apenas as horas extras, mas gestão de admissões, banco de horas, time sheet, tarefas, horários, escalas, justificativas, abonos e muito mais!

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Como Calcular a Hora Extra Noturna

Como Calcular a Hora Extra Noturna

A jornada de trabalho noturna é diferente para as atividades urbana e rural:

  • Nas atividades urbanas: considera-se noturno o trabalho realizado entre as 22h de um dia às 5h do dia seguinte.
  • Nas atividades rurais: é considerado noturno o trabalho executado na lavoura entre 21h de um dia às 5h do dia seguinte, e na pecuária, entre 20h às 4h do dia seguinte.

Havendo prestação de horas extras no horário noturno, o empregado fará jus ao adicional noturno e hora extra (20% + 50%), consultar convenção coletiva, no que diz respeito ao valor dos percentuais, cumulativamente, conforme súmula 60, inciso II do TST:

“Cumprida integralmente à jornada no período noturno e prorrogada esta, devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas. Comentário do art. 73, § 5º, da CLT.”

Portanto, o empregado com jornada de trabalho noturno que realiza horas extraordinárias, mesmo sendo estas após às 5h00, terá direito ao adicional noturno sobre as horas prorrogadas.

Se a jornada de trabalho for diurna, mas as horas extraordinárias se estender no período noturno, o empregado também terá direito a ambos os adicionais.

Exemplo:

Empregado (com carga horária de 220 horas mensais) que encerraria sua jornada noturna normal às 5h, acabou prorrogando sua saída para as 06h45 horas.

Neste caso, com base no entendimento da Súmula 60, II do TST, as 01h45 horas extraordinárias, embora realizadas após as 5h, deverão incidir os adicionais noturno e extra (20% + 50%).

Cálculo Prático:

Supondo que o empregado realizou no mês 6 horas:

Carga horária mensal = 220h

Salário mensal nominal = R$ 2.200,00

  • Valor da hora normal = R$ 10,00 (R$2.200,00/220)
  • Valor da hora noturna = R$ 12,00 (R$ 10,00 + 20%)
  • Valor da hora extra noturna: R$ 18,00 (R$ 12,00 + 50%)
  • Valor a pagar de horas extras noturnas: R$ 108,00 (R$18,00 x 6)

E para controlar ainda mais toda esta estrutura e obter melhor resultados, a indicação é o uso de nosso sistema de controle de ponto digital com o uso de geoocalização, biometria, inteligência, dados e até reconhecimento facial! Você terá toda a gestão de pessoas na palma da sua mão, controlando não apenas as horas extras, mas gestão de admissões, banco de horas, time sheet, tarefas, horários, escalas, justificativas, abonos e muito mais!

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