Category Archives: Legislação

Como funcionam as escalas de trabalho?

Como funcionam as escalas de trabalho?

Entender as mais variadas jornadas de trabalho nem sempre é tarefa fácil. Controlar os horários de cada um dos colaboradores, cada qual com sua jornada, é mais complexo ainda. O RH precisa de informações sólidas e sistemas intuitivos para sempre obter os dados de forma mais organizada possível, além de deixar os colaboradores seguros e sem preocupações.

Neste post, mostraremos as variedades de escalas e como é necessária a utilização de tecnologia intuitiva e que dê agilidade para a obtenção de informações.

Escala 5×1: a cada cinco dias trabalhados, o colaborador deve ter um dia de folga. Nesta escala, a Constituição determina que cada dia trabalhado será de, no máximo, 7 horas e 20 minutos.

Escala 5×2: a cada cinco dias trabalhados, o colaborador folga 2 dias (é o mais utilizado no mercado, lembrando que a folga geralmente é nos finais de semana, e se ele tiver que ir ao local de trabalho a hora extra deve ser paga em dobro).

Escala 6×1: a cada 6 dias trabalhados, 1 dia de descanso. Lembrando que, segundo a CLT, o colaborador não pode ultrapassar 8 horas diárias, somando 44 horas semanais.

Escala 12×36: o colaborador trabalha 12 horas seguidas e folga 36 horas. Esse tipo de escala só pode acontecer de acordo com Acordo Coletivo.

Escala 18×36: no mesmo caso acima, só que com 18 horas consecutivas e folga de 36 horas.

Escala 24×48: o colaborador trabalha 24h e folga 48h.

Além disso tudo, temos que levar em consideração os intervalos, conforme determinado na reforma trabalhista:

– Em jornadas de meio período (6h), deve-se conceder um intervalo de 15 minutos.

– Em jornadas integrais (acima de 6h), deve-se conceder um intervalo. Ele deve ser de no mínimo 30 minutos e no máximo 2 horas (fora o período de expediente). Por exemplo, um colaborador que entra às 08hrs, com 1 hora de intervalo, deve encerrar o expediente às 17hrs.

– Em todos os tipos de escala/expediente, deve-se conceder ao menos 1 dia de descanso semanal remunerado, por 24 horas consecutivas.

A Lei obriga que toda empresa que possui mais de 20 colaboradores a ter um sistema de registro de ponto para controlar as horas trabalhadas de cada contratado. Multas e processos custosos podem ser aplicadas em caso de descumprimento da CLT.

Por este motivo, controlar as informações de acesso de seus colaboradores é imprescindível para a manutenção correta da sua empresa. Ainda mais agora, com o home office mais presente do que nunca, a gestão inteligente de ponto é algo que não se pode abrir mão.

A solução da Orhganiza faz a gestão de ponto do início ao fim, com todas as informações precisas, dados organizados, relatórios variados e, o mais importante, deixando o RH focando no que mais importa: nas pessoas.

Adote a solução da Orhganiza para seus colaboradores e para sua empresa.

CLIQUE AQUI.

Ou entre em contato conosco.

contato@orhganiza.com.br

(11) 3080-4004

Desafios na gestão de equipes em tempos de distanciamento social

Desafios na gestão de equipes em tempos de distanciamento social

O momento atual é único na história da humanidade. O planeta todo está trabalhando no isolamento das pessoas para não propagar uma situação em que milhões de pessoas podem ser infectadas. 

Mas, dentro deste cenário, o que as empresas devem fazer para continuar com o controle de seus colaboradores de maneira prática, econômica e, principalmente, eficaz?

Na última semana, a presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministra Maria Cristina Peruzzi, anunciou que “o próprio empregado vai exercer vigilância sobre a sua jornada e se ela ultrapassar os limites que a lei e a Constituição preveem, ele terá um direito subjetivo seu violado, e poderá ir à Justiça do Trabalho”. 

Baseado nessa fala da ministra, as empresas devem mudar sua postura com relação ao controle e gerenciamento das horas trabalhadas pelos funcionários em home office. Não apenas durante a pandemia, mas sim como uma nova realidade. 

Proteger o trabalho remoto, não é apenas uma questão de tecnologia. É uma questão cultural das empresas. O trabalho de casa traz novos desafios de segurança e uma oportunidade para mudarmos a maneira como fazemos negócios, para melhor. O trabalho remoto não deve ser fonte de temores. Não se trata de perder o controle. Ele envolve descentralizar sua força de trabalho e permitir que ela trabalhe de outras maneiras. A longo prazo, isso agrega um valor enorme para toda a empresa. 

O interesse em continuar com equipes atuando remotamente ou em home-office é uma realidade que todos estamos experimentando, e gostando diga-se de passagem. Pesquisas já demonstram que 30% das empresas que adotaram o trabalho remoto durante a quarentena irão mantê-lo pós quarentena. Os benefícios são muitos: melhora no desempenho e eficiência dos funcionários, redução com tempo gasto com deslocamentos e trânsito, o que também ajuda no meio ambiente, e redução de custos para a organização (p.e. uma estação de trabalho, localizada na zona sul de São Paulo custa em média de R$ 750 a R$ 950,00 por funcionário por mês).

Para conseguir fazer o trabalho remoto funcionar, é necessária uma combinação de infraestrutura, ferramentas e flexibilidade adequadas e que façam a diferença na manutenção do dia a dia. Peduzzi ainda avalia que atualmente é possível ter total controle das atividades remotas com as tecnologias atuais. “Quem pode atestar que ele (o trabalhador) não estava usando o computador ou o e-mail para uso pessoal? É mais difícil exercer a vigilância. Nós temos que tentar superar, porque realmente sentar e chorar é uma possibilidade, mas vai agravar a situação.”

Por isso as empresas devem adotar desde já ferramentas que possam aferir de maneira efetiva a presença do trabalhador nas datas e horários acordados. Para isso, um sistema que possa oferecer flexibilidade ao trabalhador, como biometria ou reconhecimento facial integrados em um celular, registrar o ponto através do próprio desktop ou Tablet, controlar tarefas e atividades que permita aos gestores e a empresa acompanhar a rotina de trabalho dos funcionários, além de várias vantagens, como segurança das informações armazenadas em nuvem, alertas em tempo real e Dashboards com indicadores que auxiliem o controle pelo colaborador e previnem a empresa de possíveis situações jurídicas desnecessárias e custosas mais adiante. Controlar a produtividade e as horas extras de seus colaboradores pode ser o diferencial de continuidade de sua empresa no mundo atual.

Para auxiliar as empresas neste momento de crise e para aquelas que querem aproveitar a oportunidade de rever seus conceitos e mudar a forma como gerenciam o trabalho das suas equipes, a Orhganiza possui a solução ideal:  sistema de ponto eletrônico online que permite o registro e a gestão da jornada de trabalho por meio de um aplicativo para Android e IOS, Tablet, Portal Web ou por um telefone fixo. 

Tudo isso de forma simples, rápida, segura e dentro da lei, a um custo extremamente acessível, eliminando o uso do papel, aquisição de relógios e gastos com manutenção e processos jurídicos trabalhistas demorados e caros. 

Adote a solução da Orhganiza para seus colaboradores e para sua empresa.

CLIQUE AQUI.

Ou entre em contato conosco.

contato@orhganiza.com.br

(11) 3080-4004

Diferenças entre a portaria 1510 e 373 do MTE

Diferenças entre a portaria 1510 e 373 do MTE

Montamos este post para que seja fácil entender as diferenças entre as portarias 1510 e 373 do MTE. Com estas informações, fica mais fácil você analisar e verificar que utilizar um sistema de ponto eletrônico não só torna sua vida mais fácil, mas também gera economias reais no dia a dia.

Veja:

PORTARIA Nº 1.510, DE 21 DE AGOSTO DE 2009

Art. 1º Disciplinar o registro eletrônico de ponto e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto – SREP.

Parágrafo único. Sistema de Registro Eletrônico de Ponto – SREP – é o conjunto de equipamentos e programas informatizados destinado à anotação por meio eletrônico da entrada e saída dos trabalhadores das empresas

(*) Caso esteja vendo um dispositivo mobile, gire seu celular para a posição horizontal para uma melhor estrutura comparativa.

 

PORTARIA Nº 373, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2011

Dispõe sobre a possibilidade de adoção pelos empregadores de sistemas alternativos de controle de jornada de trabalho.

Art.1º Os empregadores poderão adotar sistemas alternativos de controle da jornada de trabalho, desde que autorizados por Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho.

Art. 4º O REP deverá apresentar os seguintes requisitos: Art.1º § 2º Deverá ser disponibilizada ao empregado, até o momento do pagamento da remuneração referente ao período em que está sendo aferida a frequência, a informação sobre qualquer ocorrência que ocasione alteração de sua remuneração em virtude da adoção de sistema alternativo.
I – relógio interno de tempo real com precisão mínima de um minuto por ano com capacidade de funcionamento ininterrupto por um período mínimo de mil quatrocentos e quarenta horas na ausência de energia elétrica de alimentação; Art. 2° Os empregadores poderão adotar sistemas alternativos eletrônicos de controle de jornada de trabalho, mediante autorização em Acordo Coletivo de Trabalho.
II – mostrador do relógio de tempo real contendo hora, minutos e segundos; Art. 3º Os sistemas alternativos eletrônicos não devem admitir:       I – restrições à marcação do ponto; II – marcação automática do ponto; III – exigência de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e IV – a alteração ou eliminação dos dados registrados pelo empregado. §1º Para fins de fiscalização, os sistemas alternativos eletrônicos deverão: I – estar disponíveis no local de trabalho; II – permitir a identificação de empregador e empregado; e III – possibilitar, através da central de dados, a extração eletrônica e impressa do registro fiel das marcações realizadas pelo empregado.
III – dispor de mecanismo impressor em bobina de papel, integrado e de uso exclusivo do equipamento, que permita impressões com durabilidade mínima de cinco anos;  funcionario recebe e mail da marcacao com localizacao e foto
IV – meio de armazenamento permanente, denominado Memória de Registro de Ponto – MRP, onde os dados armazenados não possam ser apagados ou alterados, direta ou indiretamente; Os dados ficam no sistema com duplicidade na nuvem em arquivo que não permite violação
V – meio de armazenamento, denominado Memória de Trabalho – MT, onde ficarão armazenados os dados necessários à operação do REP; A memória de trabalho fica disponível na rede
VI – porta padrão USB externa, denominada Porta Fiscal, para pronta captura dos dados armazenados na MRP pelo Auditor- Fiscal do Trabalho; O fiscal solicita PDF do arquivo AFD
Art. 13. O fabricante do REP deverá se cadastrar junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, e solicitar o registro de cada um dos modelos de REP que produzir. Não exige registro por não ter equipamento
Art. 20. O empregador usuário do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto deverá se cadastrar no MTE via internet informando seus

dados, equipamentos e softwares utilizados.

                                              
        DIFERENÇAS FINANCEIRAS SOMENTE DE HARDWARES E INSUMOS PARA IMPLANTAÇÃO
 HARDWARE E INSUMOS PORTARIA 1.510  HARDWARE E INSUMOS PORTARIA 373
Relógio  R$ 3.000,00  Tablet  R$ 789,00
Manutenção  R$     150,00 Manutenção  R$ 0                
Papel  R$       22,00 Papel  R$ 0
       
TOTAL  R$ 3.172,00 TOTAL  R$ 789,00
DIFERENÇAS FINANCEIRAS ANUALIZADO SOMENTE DE INSUMOS
Manutenção  R$ 1.800,00 Manutenção  R$ 0   
Papel  R$    264,00 Papel  R$ 0
TOTAL  R$ 2.064,00 TOTAL  R$  0

 

 

Essas são algumas vantagens em utilizar um sistema de Ponto Digital Online!

Se caso ainda restaram dúvidas, verifique nossa FAQ ou entre em contato conosco que ficaremos felizes em responder!

Faça um teste da nossa solução. Clique aqui!

 

Copyright © 2020 Orhganiza - Direitos Reservados |
Open chat
Solicite uma apresentação sem compromiss